Texto sobre: "Animação cultural" de Vilém Flusser

O ponto no texto me chamou atenção está na seguinte frase: Nós, os objetos, que constituímos a cultura, temos o direito de animar a humanidade. A cultura é a manifestação daquilo que nós, na coletividade, somos. Nessa questão, os objetos, que a constitui, não poderia nos animar ou nos programar, porque de alguma forma eles fazem parte de nós. Logo, não nos referimos a os objetos nos dominar, mas a nós mesmos inconscientemente dominar a nós mesmos. O homem passou a ser refém a si próprio a um ponto extremo. Os objetos, a se referir a tecnologia, em um ponto inicial tinha como objetivo facilitar a vivência da ser humano. Agora ele não somente a usa  como ferramenta, mas se deixou cegar por ela, adquirindo outro comportamento, perdendo um pouco daquilo que se chamava humanidade.

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